quarta-feira, 29 de março de 2017

Problematizações da vida


Algumas pessoas se foram permanentemente das nossas vidas. Será que eles se foram mesmo?

Podemos problematizar o assunto dessa forma.

Eles se foram da nossa convivência e dimensões físicas. Estão numa outra dimensão: a dimensão espiritual.

No nosso estágio evolutivo ou em qualquer outro estágio, eles fazem muita falta. Deixam muitas saudades.

E o tempo? Como podemos dimensionar o tempo?

Ele é composto de pensamentos, intenções e ações.

Nós somos os artífices desses estágios do tempo.

Temos o compromisso e a responsabilidade de utilizá-lo da melhor forma possível.

Nossa felicidade depende de como estamos utilizando esse tempo. Teremos o mérito ou o demérito da forma de utilização do mesmo.

Se usamos o tempo para as futilidades contemporâneas colheremos as tempestades advindas dessa forma de utilização.

Se usamos o tempo para o Bem, colheremos os frutos oriundos do Bem: amor, carinho, ...

Mas, o que é o Bem?

Para alguns - ainda, grande parte - é ser maledicente. Falar mal dos outros, fazer fofoca.

Para outros é ajudar, consolar, esclarecer, orientar.

O Bem é ser, de alguma forma, útil para alguém.

O Mal é ser omisso de sentimentos e ações.

É preciso educar-se para apreender tudo isso.

Mas, o que é Educação?

Problematizaremos também, não só a definição do termo, mas sobretudo o conteúdo da palavra.

Educação é instrução? É intelectualidade? É sentimento?

É tudo isso junto. É sabedoria.

É desenvolver os poderes do Espírito, não só na aquisição do saber, mas sobretudo na formação e consolidação do caráter.

São tantas as nuances da vida. Fica até difícil problematizar todas.

Portanto, fiquemos com as reflexões de Emmanuel sobre o assunto: "O verdadeiro nascimento é o dia em que despertamos para a dimensão essencial do existir".


Almir Paes
Palestrante e trabalhador
Educandário Espírita Joana D'Arc (Recife - PE)


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